09 Jul Permanências Efémeras
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Este episódio reúne representantes de várias instituições culturais, desde o MAAT; a Trienal de Arquitetura de Lisboa; o CCB e o Museu do Oriente numa conversa sobre o ciclo de vida dos materiais e a necessidade de repensar a forma como produzimos, utilizamos e prolongamos os recursos envolvidos na criação de exposições e projetos culturais.
Partindo da ideia de que também os edifícios, as exposições e os materiais têm um fim, a conversa reflete sobre a importância de planear a reutilização, a reabilitação e a circulação de recursos desde o início dos processos de conceção. A partir de experiências desenvolvidas em museus, centros culturais e instituições dedicadas à arquitetura e à arte contemporânea, discutem-se práticas de reaproveitamento de materiais, modelos de colaboração entre instituições e exemplos internacionais que demonstram o potencial de plataformas partilhadas para a gestão de recursos.
Entre desafios logísticos, mudanças de paradigma e novas formas de cooperação, este episódio propõe uma reflexão sobre o papel das instituições culturais na promoção de uma economia mais circular, explorando soluções que prolongam o ciclo de vida dos materiais e incentivam uma cultura de partilha, responsabilidade e sustentabilidade.
Uma conversa sobre arquitetura, cultura e sustentabilidade que convida a imaginar novas formas de construir, expor e cuidar dos recursos que sustentam a prática cultural.
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Este podcast foi desenvolvido no quadro do laboratório de materiais do projeto Institution(ing)s da Antecamara Radio Galeria, no CAM — Centro de Arte Moderna Gulbenkian, com curadoria de Luísa Santos, em colaboração com a Universidade Católica Portuguesa.
O Institution(ing)s é um projeto de colaboração de média escala cofinanciado pela União Europeia. As opiniões e pontos de vista expressos são, contudo, exclusivamente da responsabilidade dos autores e não refletem necessariamente os da União Europeia ou da European Education and Culture Executive Agency (EACEA). Nem a União Europeia nem a EACEA podem ser responsabilizadas pelos mesmos.
